
Parte dessa proposta tem foco em apresentar texto e palavras de acordo com princípios tipográficos emergentes.
A realidade é que a tipografia utilizada na web é muito diferente da utilizada em materiais impressos. Em 2015, o modo de pensar antiquado de manter o texto pequeno e espremido em muitos sites grandes vai cair.
Não que isso seja alguma novidade, a ideia é discutida desde 2006, mas os web designers (e os clientes) demoraram muito para se adaptar a ela. Querendo ou não, é um pouco complicado deixar de lado os princípios que orientaram a utilização de fontes por tantos anos.
Existem três principais aspectos que afetam a legibilidade de um texto na web:- Tamanho da fonte
- Largura da Coluna
- Altura da linha
Pesquisas têm demonstrado repetidamente que os tamanhos de texto maiores facilitam a leitura na web. A tipografia responsiva, ao lado de imagens e estruturas também responsivas, já começou a ser utilizada por designers em seus projetos. É fundamental que um texto sempre tenha uma boa cara, independente da plataforma onde esteja.

Desde sempre existiu uma divisão de trabalho em desenvolvimento web: os designers fazem o layout e os programadores fazem que o layout funcione. No entanto, esse processo está mudando. Atualmente, as ferramentas para web design se tornaram mais inteligentes, capazes e ambiciosas.
Hoje, designers podem colocar um website no ar sem precisar escrever uma linha de código, com praticamente os mesmos recursos disponíveis no Photoshop. Essas ferramentas marcam uma imensa mudança de paradigma para os web designers, que agora têm uma opção simples para a construção e implementação de um site.
A BigHouseWeb, inclusive, já utiliza uma dessas ferramentas, que permite que a nossa equipe de criação se concentre mais na qualidade dos layouts e entregue os jobs em menos tempo. Mesmo assim, isso não quer dizer que a figura do programador tenha desaparecido ou vá desaparecer.

Apenas há alguns anos atrás, a tarefa de fazer um site responsivo consistia que ele fosse adaptável apenas para desktops, tablets e smartphones. Porém, com os smart watches, smart TVs e até mesmo eletrodomésticos inteligentes crescendo, a definição de design responsivo está a expandir-se rapidamente.
Enquanto outras plataformas possuem desafios específicos, tablets e smartphones têm sistemas muito similares, sendo o maior problema fazer com que o conteúdo esteja apropriadamente encaixado e simples para navegar.
Porém, em um smart watch, até mesmo o sistema de navegação deverá ser repensado para se adaptar quando iremos usar o dispositivo. Esses relógios não vão ser capazes de utilizar um layout feito para smartphones, assim como um site otimizado para desktop não necessariamente vai funcionar em uma smart TV.
As soluções para esses novos problemas vão demorar para surgir, porém, até o final de 2015, o grande volume destes dispositivos forçará os web designers a adaptarem suas técnicas.

Depois de surgir em diferentes partes da indústria como na interface do Windows 8, no material design do Google e no novo sentido estético da Apple, o flat design está com tudo.
Enquanto alguns argumentam que existem problemas na utilização do flat design, o consenso geral é que as linhas retas e cores chapadas são técnicas favoráveis para o web design.
Isso não tem a ver com a forma com que a gente consome conteúdo na web, nem com a tecnologia por trás dos servidores. O Flat Design caminha para princípios minimalistas, que resultam em sites descomplicados, rápidos e com foco no conteúdo.
O flat design não é apenas um atrativo estético, mas também um atrativo prático, permitindo que os visitantes interajam com o conteúdo sem distrações.

Pelo menos quando falamos em imagens na web.
Costumava haver algumas restrições para utilizar imagens muito grandes em um site por causa da limitação de banda, mas com o passar do tempo esta é uma preocupação cada vez menor. Como resultado, hoje em dia vemos a utilização de fotos espalhadas por todos os cantos da web.
Em 2015, imagens vão estar no centro do palco de maneiras novas e interessantes. Novas técnicas vão surgir para o redimensionamento ágil, extraindo cores dominantes para os fundos, e otimização de imagens para ocupar menos espaço nos servidores.
Além disso, uma grande tendência para 2015 será a utilização de imagens como fundo. Blur e filtros de sobreposição de cor vão permitir que o texto “flutue por cima” delas, sem comprometer a usabilidade.

É possível que a tendência de web design mais impressionante seja a animação de scrolling.
Nós já vemos isso em diversos lugares, inclusive em sites grandes, como em algumas páginas de produtos da Apple e do Google. Os resultados falam por si: a participação em sites com efeitos de scrolling pode melhorar em até 70%!
Usar o scrolling ao invés do clique é uma técnica de navegação brilhante por diversos aspectos. Ele requer menos carregamento de página, mas mais importante, ele facilita a criação de transições suaves de um ponto para outro, sem atualizações dissonantes. As informações simplesmente continuam fluindo.
Por isso, em 2015, cada vez vai ser mais comum vermos designers utilizando este recurso e incorporando este elemento nos seus projetos.

O ser humano tem a tendência de consumir uma informação melhor quando a vê apresentada de forma gráfica, o que resultou no boom e na grande popularidade dos infográficos. Eles forneceram uma maneira fácil de transmitir grandes quantidades de informação com alto grau de retenção.
Justamente a partir disso que uma nova tendência surgiu: os Webgraphics. Eles se assemelham em praticamente tudo com os infográficos, com a “simples” diferença de que envolvem elementos que permitem que o utilizador interaja com a informação. Além de serem mais atrativos visualmente, ajudam ainda mais na retenção do conteúdo.
Vá se preparando, em 2015 os clientes vão começar cada vez mais pedir gráficos interativos para os seus sites, tornando-se cada vez mais populares e se estabelecendo como um dos principais componentes do web design moderno.